Prefeitura de Osasco e Frente Parlamentar Nossa História realizaram, em 5 de maio, a edição 455 do programa cívico que marcou os 64 anos da emancipação político-administrativa da cidade e antecipou as homenagens do Dia das Mães.
A cerimônia ocorreu em frente ao Paço Municipal e reuniu servidores, representantes do Legislativo e integrantes da Defesa Civil, da Educação e da Assistência Social.
O ato ganhou destaque por transformar a solenidade tradicional em uma vitrine para histórias de servidoras que atuam diretamente com proteção, acolhimento e cuidado no município.
Programa cívico colocou servidoras no centro da cerimônia
Segundo a Prefeitura, o encontro foi organizado pelas secretarias de Governo, Cultura e Comunicação dentro do Programa Nossa História, que chegou à edição 455 no dia 5 de maio de 2026.
O evento celebrou três marcos ao mesmo tempo: os 203 anos da Independência do Brasil, os 64 anos da emancipação de Osasco e o Dia das Mães.
Houve hasteamento das bandeiras do Brasil, do Estado de São Paulo e do município, em uma cerimônia com perfil simbólico e institucional.
A diferença, desta vez, foi a escolha de três servidoras para conduzir os pavilhões, em vez de concentrar o protagonismo apenas em autoridades políticas.
- Selma Cardoso representou a Defesa Civil.
- Eloísa Puntoni Guimarães representou a Educação.
- Elisângela Alves de Oliveira representou o programa Famílias Acolhedoras.

Quem participou e o que a cerimônia sinaliza
Participaram do ato o coordenador da Defesa Civil, Renato Castineira, o vereador Josias da Juco, presidente da Frente Parlamentar Nossa História, e Sebastião Bognar, apontado como idealizador do programa.
A composição mostra uma tentativa de ligar memória cívica, reconhecimento ao funcionalismo e agenda social em uma mesma cerimônia pública.
Em vez de anunciar obras ou novos investimentos, a gestão apostou em um evento de identidade institucional e valorização de trajetórias ligadas ao serviço público.
Esse recorte diferencia a agenda desta semana de outras ações recentes da Prefeitura, que vinham concentradas em emprego, conselhos municipais, habitação e planejamento.
- O foco foi simbólico, não orçamentário.
- O destaque recaiu sobre servidoras de base.
- O conteúdo dialogou com memória local e maternidade.
Relatos reforçaram imagem de serviço público próximo da população
Selma Cardoso, agente da Defesa Civil, afirmou que se emocionou com a participação e associou a homenagem ao trabalho contínuo da equipe que atua 24 horas em apoio à população.
Eloísa Puntoni Guimarães, vice-diretora da rede municipal, relacionou a cerimônia à própria trajetória profissional e familiar construída em Osasco.
Já Elisângela Alves de Oliveira levou ao centro do ato a experiência do acolhimento familiar, serviço voltado a crianças em situação de vulnerabilidade.
De acordo com o relato divulgado pela administração, ela já recebeu 14 crianças em casa, destacando o impacto humano do programa no município.
Esse tipo de fala desloca a cerimônia do protocolo puro para uma narrativa de pertencimento, cuidado e defesa de direitos.
Por que o evento tem peso político e administrativo
Embora não envolva anúncio financeiro, a solenidade funciona como instrumento de comunicação pública e reforço de imagem para áreas sensíveis da administração municipal.
A Defesa Civil, por exemplo, aparece em um momento relevante para municípios metropolitanos, pressionados por eventos climáticos e necessidade de resposta rápida.
Na Educação, o gesto ajuda a dar visibilidade à rede municipal num período em que a valorização de equipes escolares virou tema central em várias cidades paulistas.
No campo social, o destaque ao acolhimento familiar aproxima o debate local das diretrizes nacionais de proteção à infância, como mostram as políticas do serviço de acolhimento em família acolhedora.
- O município reforça memória institucional.
- Valoriza quadros do serviço público.
- Associa a imagem da gestão a cuidado social.
- Amplia a visibilidade de programas menos conhecidos.
Contexto local amplia alcance da cerimônia
Osasco completou 64 anos de emancipação político-administrativa em 2026, marco que mantém forte peso identitário na política e nas cerimônias oficiais da cidade.
A data remete à separação de Osasco em relação à capital paulista, processo que consolidou o município como polo industrial, comercial e de serviços na Grande São Paulo.
Esse pano de fundo ajuda a explicar por que o Programa Nossa História preserva espaço fixo no calendário público local, combinando civismo, memória e narrativa administrativa.
Dados históricos do perfil municipal de Osasco no IBGE ajudam a dimensionar o peso regional da cidade e o alcance político de atos simbólicos desse tipo.
Na prática, a edição 455 serviu menos como comemoração protocolar e mais como recado institucional sobre quais personagens a gestão quer colocar em evidência neste início de maio.
O que observar daqui para frente
O impacto concreto do evento dependerá da continuidade dada às áreas representadas na cerimônia, especialmente Defesa Civil, Educação e acolhimento familiar.
Se a Prefeitura converter o simbolismo em novas ações, o ato poderá ser lembrado como ponto de partida para uma agenda mais visível de reconhecimento ao funcionalismo.
Se ficar restrito ao calendário cívico, a edição 455 terá servido sobretudo como peça de comunicação institucional em semana movimentada na cidade.
De todo modo, o evento recolocou no debate local uma mensagem clara: em Osasco, a disputa por visibilidade pública também passa por quem executa políticas no cotidiano, longe dos grandes anúncios.
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