A Enel Distribuição São Paulo e a Prefeitura de Osasco lançaram nesta quarta-feira, 3 de junho de 2026, o projeto Árvore Mais Segura. A ação prevê a substituição de 100 árvores consideradas de risco.
O anúncio foi feito no bairro Cipava, na Rua Padre Donizete, 93. Segundo a administração municipal, o foco é remover exemplares doentes, comprometidos ou incompatíveis com calçadas e rede elétrica.
O acordo formaliza uma frente conjunta entre concessionária e poder público em um tema sensível para cidades densamente urbanizadas: segurança viária, prevenção de quedas e adaptação climática.
O que foi anunciado em Osasco
De acordo com a prefeitura, a iniciativa começou com o lançamento oficial e a assinatura de um acordo de cooperação entre as partes envolvidas.
A gestão municipal informou que 100 árvores já foram mapeadas como potenciais pontos de risco para a infraestrutura urbana e para a população.
As remoções, segundo o município, serão planejadas e acompanhadas de compensação ambiental. A proposta é trocar árvores problemáticas por espécies nativas adequadas ao espaço urbano.
- remoção de árvores doentes ou comprometidas;
- troca por espécies nativas e saudáveis;
- redução de danos em calçadas;
- menos interferência na rede elétrica.
Quem participou do lançamento
O evento reuniu o prefeito Gerson Pessoa, secretários municipais, representantes da Defesa Civil, Câmara Municipal e executivos da Enel Brasil e da Enel Distribuição São Paulo.
Entre os nomes citados pela prefeitura estão Guilherme Lancastre, diretor-presidente da distribuidora paulista, e Marco Fadda, diretor de Infraestrutura e Redes da Enel Brasil.
A concessionária informou ainda que a seleção final das árvores será feita em conjunto com equipes técnicas. A cidade tem histórico recente de atenção ao tema da arborização urbana.
Em maio, a própria prefeitura havia divulgado ações ligadas ao manejo e à substituição de árvores no município, mostrando continuidade administrativa nesse eixo ambiental.
Como funcionará a compensação ambiental
Segundo a Enel, cada árvore removida será substituída por mudas nativas brasileiras com pelo menos dois metros de altura, em busca de menor conflito com fios e calçadas.
A empresa também afirmou que fará a manutenção dessas mudas pelos próximos dois anos. O objetivo é aumentar a taxa de sobrevivência e consolidar a recomposição vegetal.
- identificação técnica do risco;
- remoção planejada do exemplar inadequado;
- plantio compensatório de espécie nativa;
- manutenção posterior pela concessionária.
No encerramento, houve o plantio simbólico de um jacarandá-roxo. A discussão sobre manejo preventivo ganha peso num cenário em que eventos urbanos extremos reforçam a pressão sobre a infraestrutura local.
Para Osasco, o teste agora será transformar o anúncio em cronograma visível, com critérios públicos de corte, replantio e monitoramento das áreas atendidas.
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