A Prefeitura de Osasco colocou em operação a primeira etapa da reforma do Hospital Municipal Antônio Giglio, no Centro, com a reabertura do pronto-socorro ortopédico no sábado, 13 de junho.
Segundo a administração municipal, os atendimentos começaram ao meio-dia, logo após a entrega do espaço, que faz parte do plano de modernização da principal unidade hospitalar da cidade.
A obra ganhou relevância por atingir um serviço de alta demanda e por vir acompanhada da promessa de novas intervenções até setembro, incluindo fachada, monitoramento e climatização integral.
O que foi entregue no Hospital Antônio Giglio
De acordo com a Secretaria de Saúde de Osasco, a entrega da primeira fase ocorreu em 13 de junho e abrangeu o pronto-socorro ortopédico.
O novo setor passou a contar com três consultórios, salas de acolhimento, classificação de risco, sutura, curativo, medicação e gesso.
A estrutura também recebeu nova recepção, banheiros unissex e adaptados para pessoas com deficiência, além de copa, vestiário para funcionários e comunicação visual interna renovada.
- Três consultórios médicos
- Sala de acolhimento e triagem
- Sala de sutura e curativo
- Sala de medicação e gesso
Próximas fases da modernização
O cronograma divulgado pela prefeitura prevê continuidade das obras nos próximos meses, sem encerrar a operação do hospital, que segue como referência de atendimento geral no município.
Entre os próximos alvos da reforma estão a fachada, a iluminação externa, câmeras de segurança, novo ambulatório e a ampliação da ala de urgência e emergência.
Segundo o prefeito Gerson Pessoa, a meta é entregar a revitalização externa até setembro de 2026, enquanto a parte interna seguirá em atualização progressiva.
- Revitalização da fachada
- Instalação de iluminação e câmeras
- Novo ambulatório médico
- Ampliação da urgência e emergência
Por que a entrega pesa na rede municipal
O Antônio Giglio ocupa posição estratégica no sistema de saúde de Osasco e aparece inclusive no edital paulista de residência médica de 2026 como hospital municipal central de Osasco.
Isso indica que a unidade mantém papel assistencial e formador, o que amplia a pressão por infraestrutura atualizada, fluxo mais rápido e melhores condições para equipes e pacientes.
O movimento ocorre poucos meses após a cidade ampliar sua rede com o Hospital da Criança e da Mulher, inaugurado em abril de 2026 em sua primeira fase.
Com isso, a gestão municipal tenta combinar expansão de leitos especializados com requalificação de estruturas antigas, num momento em que a cobrança por atendimento mais ágil continua no centro do debate local.
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