Osasco colocou em evidência, nesta semana, uma agenda menos ligada a obras e mais conectada à política social. Na terça-feira, 5 de maio de 2026, a cidade recebeu o II Encontro Nacional de Cidades Inclusivas para Famílias Sustentáveis.
O evento ocorreu no Espaço Cultural Grande Otelo e reuniu gestores públicos, especialistas e representantes da sociedade civil. A iniciativa foi organizada pela Secretaria da Família, Cidadania e Segurança Alimentar em parceria com a Family Talks.
Segundo a Prefeitura, o encontro foi realizado em 5 de maio com quatro painéis técnicos e lançamento de cartilha, colocando a cidade no centro do debate sobre apoio à parentalidade.
O que aconteceu em Osasco
A programação teve abertura oficial com autoridades locais e nacionais. Depois, os participantes acompanharam discussões sobre prevenção da violência, longevidade, acessibilidade, saúde, bem-estar, trabalho e proteção da infância.
Entre os nomes citados pela administração municipal estão Gabi Pessoa, Christiana Renaut, Luciano Camandoni, José Carlos Vido, Marcelo Couto, Ângela Gandra Martins e o juiz Samuel Karasin.
Também participaram representantes de outras cidades paulistas e de Minas Gerais. O formato reforçou a tentativa de transformar o encontro em espaço de troca de experiências entre municípios.
O secretário Marcelo Couto afirmou, na abertura, que é no município que políticas públicas ganham forma concreta. A fala sintetiza o foco prático do evento: sair do discurso geral para ações locais.
- Realização em 5 de maio de 2026
- Sede no Espaço Cultural Grande Otelo
- Organização da Sefam e da Family Talks
- Quatro painéis técnicos ao longo do dia
- Lançamento de uma cartilha sobre parentalidade

Por que o encontro ganhou peso político
O encontro não foi apenas cerimonial. Ele sinaliza a tentativa de Osasco de ampliar sua presença em pautas nacionais relacionadas à família, à proteção social e ao planejamento urbano com recorte humano.
Esse movimento aparece quando autoridades associam políticas familiares à agenda de cidades sustentáveis. A conexão foi feita com o ODS 11, objetivo da ONU voltado a cidades mais inclusivas, seguras e resilientes.
Na prática, a estratégia tenta aproximar urbanismo e rede de proteção. A própria gestão municipal destacou que a discussão buscou alinhar família, desenvolvimento urbano e sustentabilidade em uma mesma agenda pública.
Ao mencionar o ODS 11, que trata de cidades e comunidades sustentáveis, os organizadores deram ao encontro uma moldura internacional para um debate essencialmente municipal.
Isso ajuda Osasco a projetar uma imagem de cidade que quer liderar discussões além da administração cotidiana. Em ano de forte agenda local, esse tipo de evento também produz capital político e institucional.
- Fortalece a pauta de proteção à infância
- Amplia a visibilidade nacional de Osasco
- Conecta políticas familiares à sustentabilidade
- Estimula cooperação entre prefeituras
- Cria vitrine para futuras ações municipais
Quem participou e quais temas dominaram os debates
A lista de convidados mostrou um encontro com perfil híbrido. Havia integrantes do poder público, representantes do Judiciário, acadêmicos, vereadores e dirigentes ligados a iniciativas sociais.
Entre os temas mais sensíveis esteve a prevenção da violência. O assunto apareceu ao lado de debates sobre envelhecimento, acessibilidade e proteção da infância, indicando uma abordagem intergeracional.
Outro eixo relevante foi a parentalidade. O lançamento da cartilha sobre apoio às famílias sugere tentativa de converter conceitos em orientação prática para municípios interessados em replicar políticas semelhantes.
De acordo com a cobertura municipal, a Prefeitura também promoveu no mesmo período ações públicas ligadas ao Dia das Mães e à valorização da família, reforçando coerência simbólica com o encontro.
A presença de secretários de cidades como Jandira, Barueri, São Carlos, Sumaré, Valinhos, Pompeia e Mogi das Cruzes sugere interesse regional e possibilidade de desdobramentos além de Osasco.
- Abertura com autoridades locais e convidadas
- Lançamento da cartilha sobre apoio à parentalidade
- Debates sobre violência, saúde e longevidade
- Painéis sobre trabalho e proteção da infância
- Troca de experiências entre municípios participantes
O que observar daqui para frente
O impacto real do encontro dependerá menos das falas públicas e mais da capacidade de transformar diretrizes em serviços, protocolos e programas permanentes dentro das secretarias municipais.
Se a discussão ficar restrita ao simbolismo, o efeito tende a ser curto. Se virar política continuada, Osasco pode consolidar um novo eixo de atuação social com repercussão regional.
Há três pontos que merecem monitoramento nas próximas semanas. O primeiro é a circulação efetiva da cartilha lançada no evento. O segundo é a adoção de medidas concretas por outras prefeituras presentes.
O terceiro ponto é a própria continuidade da agenda em Osasco. Uma política pública ganha relevância quando atravessa cerimônias e passa a influenciar orçamento, formação técnica e atendimento direto às famílias.
Ao sediar um encontro nacional sobre cidades inclusivas, Osasco escolheu um fato político diferente dos anúncios recentes sobre habitação, emprego e governança. Agora, o teste será provar que a pauta da família produzirá resultados mensuráveis.
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